segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Rubens Barrichello ainda tem chances de ser campeão

Mesmo chegando em sétimo lugar no Japão, brasileiro ainda pode conquistar o título da temporada 2009 da F1.

Na Fórmula Um, o alemão Sebastian Vetell venceu o grande prêmio do Japão de ponta-a-ponta. O pódio foi completado pelo italiano J. Trulli e pelo inglês Lewis Hamilton. O brasileiro Rubens Barrichello terminou na sétima colocação, seguido pelo concorrente ao título mundial J. Button. Na briga pelo título, Button continua com uma vantagem de 14 pontos em relação a Rubinho. A penúltima corrida da temporada será o grande prêmio do Brasil, no dia 18 de outubro, em interlagos. Button precisa apenas de um terceiro lugar para ser campeão, ou chegar à frente de Rubinho e Vetell. O circuito paulista pode presenciar a decisão do campeonato, pelo quinto ano consecutivo.

Lane Nakasone

Campeonato Sul-Mato-Grossense – Série B – 2009

Confira os resultados deste fim de semana.

No sábado dia 03, o MS SAAD deu uma goleada de 8 x1 no A.A. Portuguesa. O jogo foi no estádio Jacques da Luz, aqui em Campo Grande. Na rodada de domingo, em Chapadão do Sul, o Chapadão bateu por 2x1 o C.E. Guaicurus. No estádio Glória de Dourados, os times ficaram no empate, Glória de Dourados 1x 1 Mundo Novo. E para terminar a rodada, o time do Oprerário A. C. ganhou o E.C. Campo Grande por 4x0.

RESULTADOS TÉCNICOS
Melhor Ataque: MS Saad (14 gols - média de 2,33 gols por partida)
Pior Ataque: A.A. Portuguesa (apenas 01 gol em seis partidas)
Defesas menos vazadas: S.E.R. Chapadão e Mundo Novo (03 gols)
Defesas mais vazadas: A.A. Portuguesa (26 gols – média de 4,33 gols por partida)
Equipe que mais venceu: S.E.R. Chapadão (06 vitórias)
Equipe que mais perdeu: A.A. Portuguesa (perdeu todas as partidas disputadas)
Destaque: S.E.R Chapadão precisa apenas de um empate para estar na Série A de 2010

Fonte: Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul

Lane Nakasone

domingo, 4 de outubro de 2009

Stock Car – Justino larga na frente, mas após toque perde posições e chega em 7º na Copa Vicar

Sexta etapa da temporada aconteceu neste domingo, em Campo Grande

Campo Grande, 04 de outubro de 2009 – O final de semana foi de emoções variadas para Wellington Justino da Hot Car Racing. Cinco anos após sua última pole, o piloto goiano fez o melhor tempo no classificatório da Copa Vicar, e garantiu a primeira posição na largada da corrida deste domingo, no Autódromo Internacional de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Mesmo tendo liderado a corrida por muitas voltas, acabou sendo prejudicado no momento da largada, onde ficou ‘preso’ entre dois carros, o que ocasionou um problema em seu pneu. Justino terminou a sexta etapa da temporada na 7ª posição, e a vitória ficou com Felipe Lapenna.

É o que conta Justino, que apesar dos problemas ficou feliz em ter conseguido concluir a prova. "Na relargada, largada oficial, já que a primeira não valeu, fiquei espremido entre o Juliano Moro e o Thiago Gonçalves, com isso houve um toque no meu pneu, que foi perdendo pressão durante a corrida. No final da prova, ele estava com apenas 4 libras de calibragem. O pneu foi murchando aos poucos, e tive que segurar, pois se tivesse ido para o box teria perdido mais posições”, disse Justino.

Ao final da corrida, a equipe Hot Car Racing constatou que o pneu direito traseiro de Justino estava furado, e por isso, o piloto acabou rodando, e perdendo a liderança. "Consegui me manter na prova, mas era muito difícil segurar nas curvas, tive que dosar o pé. Por isso, não consegui brigar por mais posições”.

Apesar de lamentar o ocorrido, Justino se mostra confiante para as próximas etapas. "Foi uma pena, eu tinha tudo para ganhar a corrida, tinha uma chance muito boa, mas paciência, são coisas que acontecem, e agora é esperar a próxima etapa”, concluiu.

Para Amadeu Rodrigues, chefe de equipe da Hot Car Racing, faltou um pouco de sorte para Justino. "O que aconteceu foge do alcance para que possa ser feito algo, são coisas de corrida mesmo. O piloto e a equipe fizeram o que podiam, faltou um pouco de sorte também”, disse.

A 7ª etapa da Copa Vicar/Stock Car está marcada para o dia 25 de outubro, em Curitiba.

6ª Etapa da Copa Vicar Stock Car/ Campo Grande (MS)

1º) 10 - Felipe Lapenna (P3, SP), 25 voltas em 39:02.406 (média de 131,90 km/h)
2º) 22 - Rafael Daniel (P3 , SP), a 0.589
3º) 2 - Rodrigo Sperafico (P3 , PR), a 0.874
4º) 13 - André Bragantini (P3 , PR), a 3.524
5º) 99 - Julio Campos (P3 , PR), a 4.121
6º) 21 - Lucas Finger (CA , SP), a 12.663
7º) 26 - Wellington Justino (CA , GO), a 13.597
8º) 8 - Diogo Pachenki (CA , PR), a 13.990
9º) 4 - Gustavo Sondermann (P3 , SP), a 19.215
10º) 73 - Sergio Jimenez (CA , SP), a 32.394
11º) 11 - Pedro Boesel (CA , PR), a 36.164
12º) 23 - Marco Cozzi (CA , SP), a 38.466
13º) 12 - Leonardo Vital (P3 , SP), a 38.929
14º) 18 - Rodrigo Navarro (P3 , SP), a 1:03.259
15º) 28 - Galid Osman (P3 , SP), a 1 volta
16º) 14 - Diego Freitas (P3 , BA), a 1 volta
17º) 98 - Marcelo Tomasoni (P3 , SP), a 1 volta
18º) 92 - Renato Rattes (CA , SP), a 1 volta
19º) 90 - Eduardo Leite (P3 , SP), a 2 voltas
20º) 69 - Tiago Gonçalves (P3 , SP), a 5 voltas
21º) 54 - Murillo Macedo (P3 , SP), a 7 voltas
22º) 25 - Renato Jader (P3 , SP), a 14 voltas
23º) 6 - Juliano Moro (CA , SP), a 18 voltas
24º) 43 - Cássio H de Melo (CA , SP), a 21 voltas

Melhor Volta: Julio Campos, 1:30.551 (136,48 km/h)

fonte: CRONOMAP Timing

Assessoria de Imprensa
SIG Comunicação
Texto: Silvana Grezzana
E-mail: sig@sigcomunicacao.com.br
Fone: (11) 5016-6113 / 9972-6966
www.sigcomunicacao.com.br

Basquete? Nação? Ou moleques?

Que a Confederação puna com rigor o jogador Marcelinho, o treinador e a equipe do Flamengo, por suas atitudes antidesportivas na final do Torneio Nacional de Basquete, em Joinville-SC. Lamentável a postura da equipe carioca. Atitudes de moleques, mesmo, de quem não merece vestir nem a camisa do Flamengo e muito menos da Seleção Brasileira de Basquete. Parabéns a Joiville, pelo título e ao Bial, por lembrar aos flamenguistas o sentido de palavras como desportividade, respeito, disciplina e educação. A Arbitragem agiu rigorosamente dentro das normas. No esporte, ao contrário do que pensa e disse Marcelinho, ninguém é mais homem que ninguém.

Mário Márcio Cabreira

sábado, 3 de outubro de 2009

Assessores realizam trabalho contagiante

Jornalistas têm que ter muita disposição e amor pelo automobilismo

Dia 2 de outubro. Tarde quente de primavera em Campo Grande. Eu estava no Autódromo Internacional de Campo Grande, ansiosa para acompanhar os treinos dos pilotos da Stock Car, na sua oitava etapa, pela copa Nextel. Para saber um pouco de como é a rotina das equipes e, mais precisamente, de como trabalha um assessor de imprensa no automobilismo.

Equipes agitadas e um barulho ensurdecedor dos carros na pista. Tudo muito bem organizado para que não houvesse problemas no dia da corrida, que acontece no domingo, dia 4. Segundo os pilotos, se algum problema tem que acontecer que aconteça ali, naquela hora.

Vários carros, ônibus, motocicletas, pessoas caminhando rápido. Um clima de preparação. Cada um dando o seu melhor dentro da equipe, para que, no fim, tudo dê certo. Esperando sempre que seu piloto vença a prova.

Os pilotos saem cansados dos treinos. Correr em alta velocidade gasta muita energia, já que, dentro dos carros, a temperatura em dias quentes passa de 50 graus. Como no carro do piloto Alceu Feldman, em que a temperatura chegou a 60 graus hoje.

Alceu se prepara muito bem fisicamente. Alimenta-se a cada 4 horas e ingere muito líquido para ter desidratação depois da corrida.

Na sala de imprensa, não é muito diferente. Agitação é o que não falta. São vários assessores trabalhando para que seus clientes estejam satisfeitos com seu trabalho.

E por falar em trabalho, isso também não falta. Os assessores trabalham muito, muito mesmo. Fazendo vários relises, usando muito a criatividade e disposição. Ligando para os jornais, conectados a todo o momento com a internet, um ferramenta de trabalho indispensável.

Como as provas já têm datas e locais predefinidos, o assessor também se programa com seu calendário anual. Geralmente, os jornalistas assessoram vários pilotos, em várias competições. Por isso, algumas vezes, em um final de semana, ocorrem duas corridas. E, então, como eles fazem? Desdobram-se. Contratam freelancers para ajudá-los. E como já disse, usam a internet “para estar em vários locais de prova ao mesmo tempo”.

Em relação à família e vida social, segundo eles, sempre dão um jeitinho de ter tempo.

Mas é a paixão pelo esporte que move esses profissionais.

Todas as pessoas com quem falei foram muito receptivas e atenciosas. Senti-me muito feliz por estar lá e conhecer um pouco mais daquele universo.

O que ficou claro é o amor que eles têm pelo automobilismo, pelo ronco dos motores e, principalmente, pela bandeirada final.

Élida Monteiro

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Na pista: o assessor de comunicação

Entre idas e vindas de mecânicos carregando pneus e materiais automobilísticos, sons enfurecidos dos motores dos carros na pista do autódromo de Campo Grande, está Silvana Grezzana. Já acostumada com os bastidores da Stock Car, ela conta um pouco da sua incansável “rotina” e como é a vida de um assessor de comunicação especializado em esportes.
Com 16 anos, Silvana já tinha uma personalidade decidida. A então adolescente do interior do Paraná, mais precisamente de Cascavel, pediu autorização aos pais para fazer vestibular em Maringá. Acabou no Rio de Janeiro, com um amigo, para assistir à última prova da fórmula Indy, no Brasil. Aí, a paixão pelo esporte se tornou declarada. “Cheguei ao Rio, somente com roupas de frio, e estava o maior calor. Tive que cortar minha calça. Até peguei a roupa de um piloto emprestada”. Mais tarde, ela cursou jornalismo. Trabalhou em jornais e revistas e, no final da década de 90, cansada da rotina maçante da redação jornlística, começa a trabalhar com assessoria de comunicação. Hoje, ela administra a Sig Comunicações, agência de notícias especializada em esportes.
Dona de um olhar amistoso e determinado, ela anda por todo o autódromo, como se estivesse no seu escritório, e, de fato, está. Além de assessorar a stock car, ela também presta serviços para outras categorias do automobilismo, como o rally Dos Sertões. Por isso, o trabalho é constante e programado. “Há uma grande programação de tudo. Em determinadas épocas, chegamos a cobrir mais de um lugar”. Ela diz que, mesmo não estando fisicamente no local da prova, faz os contatos necessários por meio da internet e telefone.
Ao apresentar os boxes das equipes, ela mostra intimidade e segurança. Nem parece estar em um universo considerado masculino. Nas mãos dela, uma pequena nécessaire branca, com estampas em corações rosa. Deixa claro que a vaidade feminina não foi posta de lado. Talvez, evidencie a sensibilidade necessária para atender as expectativas de seus clientes, que têm suas carreiras nas mãos da figura do assessor de comunicação. São eles que fazem os contatos com os patrocinadores, a divulgação do desempenho e, muitas vezes, são até mesmo responsáveis pela motivação da equipe.

Leo Brandão - Direto do Stock Car, circuito Campo Grande.

Bate-Papo com Marcelo Braga

Ontem, dia 1 de Outubro de 2099, o Núcleo de Jornalismo Esportivo e os demais acadêmicos de Jornalismo da UNIDERP receberam o assessor de comunicação da Stock Car,
Marcelo Braga, no Auditório da TV Pantanal.
Foi um grande bate-papo, descontraído, em que os alunos puderam ter a chance de aprender um pouco mais sobre assessoria de imprensa. Ele contou como foi o início de sua carreira e como é ser um jornalista que trabalha na área esportiva.

Élida Monteiro